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Publicado em 30/11/2016 às 13:41
Piloto da Chapecoense relatou falta de combustível, diz copiloto da Avianca

Um tripulante da companhia Avianca que estava em uma rota próxima ao voo da Chapecoense afirmou ter ouvido o diálogo entre o piloto da aeronave da LaMia e a torre de controle do aeroporto colombiano de Rionegro, perto de Medellín, segundo os jornais "El Espectador" e "El Tiempo". Ouça o relato.

O copiloto da Avianca Juan Sebastián Upegui relatou que, enquanto uma aeronave da Viva Colômbia estava pousando, de repente chegou o piloto do voo da LaMia e disse: "solicitamos prioridade para aterrissar, temos problemas de combustível. Mas, nesse momento, ele não se declarou em emergência”.

Na sequência, segundo Upequi, a controladora de voos do Aeroporto de Rionegro afirmou ao piloto da LaMia: "temos um problema, um avião está aterrissando em emergência".

Ainda de acordo com o copiloto da Avianca, a controladora de Rionegro pediu à tripulação do voo da Avianca 9256 que virasse à esquerda, quando o piloto de LaMia passou por eles a toda.

"Quando ele [piloto da LaMia] iniciou a descida, declarou-se em emergência. Começou a dizer que tinha falha elétrica total e pediu vetores [rota mais rápida para aterrissar] para proceder [a descida]. Ajuda, vetores para alcançar a pista, repetiu", disse o tripulante da Avianca.

Gilma Úsuga, diretora de comunicações de Avianca, afirmou ao "El Tiempo" que a companhia não iria comentar o relato por se tratar de um áudio pessoal, e não corporativo.

Segundo a Viva Colômbia, o voo FC 8170 apresentou "uma indicação na cabine" que levou o comandante a interromper o trajeto original. A empresa disse, em comunicado, que não chegou a declarar emergência.

O avião pousou à 0h51 em Medellín. Quatro minutos depois, o avião da LaMia com a delegação da Chapecoense desapareceu dos radares do Flight Radar 24, um serviço de monitoramento de voos, quando estava a 33 km do aeroporto.

Continue lendo no G1

 
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