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Paraná
Publicado em 23/10/2016 às 10:35
Com placar apertado em assembléia professores decidem continuar greve

Os professores da rede estadual do Paraná decidiram, em assembléia realizada neste sábado (22 de outubro), manter a greve nas escolas. Com isso, cerca de 1 milhão de estudantes continuam sem aulas por tempo indeterminado no estado. O resultado da votação, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), foi de 724 votos a favor da continuidade contra 719 contrários.

A greve começou na segunda-feira (17 de outubro), em todos os colégios estaduais paranaenses. A principal reivindicação era "o fato de o governador Beto Richa (PSDB) ter voltado atrás no compromisso de pagamento da data-base da categoria para janeiro de 2017", segundo o presidente da APP Hermes Leão.

A emenda que altera o pagamento dos servidores foi apresentada por Richa na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) no dia 3 de outubro e começou a ser analisada pela comissão de orçamento.

 No dia 11 de outubro o governo encaminhou para a Alep um oficio parando a tramitação da emenda. Na quinta-feira (20), no entanto, o governo afirmou que tiraria a emenda que trata da data-base dos servidores estaduais, desde que as categorias de servidores em greve voltem às atividades.

Veja nota divulgada no site da APP- Sindicato: "Cerca de 1.600 pessoas estiveram presentes, na manhã deste sábado (22 de outubro), da assembleia da APP-Sindicato, realizada na Expo Unimed, em Curitiba. Foram mais de seis horas de debate, no qual a categoria avaliou que a greve iniciada no dia 17 de outubro será mantida por tempo indeterminado. Estudantes e representantes de vários movimentos participaram da atividade. A decisão foi tomada após uma análise da proposta enviada pelo governo Beto Richa, na última quinta-feira (20), no qual ele se comprometeu a retirar o artigo 33 (da Mensagem 043/2016), que tramita na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), que retira a aplicação da data-base da LDO de 2017. De acordo com o documento, a retirada era condicionada a suspensão da greve. Para a maioria, o documento apresentado pelo governo do Estado não atende às expectativas dos(as) educadores(as). Na votação realizada, 724 votaram pela continuidade da paralisação, enquanto 719 votaram pela suspensão. Foram registradas três abstenções", diz a nota.

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